Uma série de diferentes iniciativas foram subsequentemente introduzidas, de forma a centrar a atenção na segurança do paciente. Podemos incluir: os rácios mínimos exigidos entre enfermagem-pacientes, a redução das horas de trabalho, os protocolos que visam a melhoria dos cuidados administrados aos pacientes, checklists de segurança, progressos científicos em simulação, e formação das equipas de trabalho.
As abordagens baseadas no trabalho em equipa são especialmente significativas. As contradições nos tratamentos têm sido frequentemente atribuídas à elevada rotatividade dos profissionais. Os estudos atualmente em curso, medem o sucesso de:
- Simulação – desde os modelos mais simples da cirurgia como “mesa de trabalho”, aos simuladores de funções de tarefas, de realidade virtual e de salas de bloco operatório para formação e avaliação das equipas clínicas.
- Normalização – criar meios coerentes de avaliação de competências básicas e de desempenho.
- Formação de Equipas – tocando em três vertentes fulcrais - liderança (ao longo dos anos), gestão (ao longo de meses) e formação (diariamente)
- CPT’s – implementando rotinas a longo-prazo, normas objetivas e checklists.

