Contudo, existe um impedimento crucial para que isto aconteça; a falta de conhecimento sobre que medidas de higiene a realizar e quando.
De facto, para prevenir infeções nosocomiais, tais como infeções na corrente sanguínea ou do trato urinário, é necessário implementar medidas de higiene consistentes. A proteção do paciente pode ser melhorada através de certos padrões de higiene, que ajudam os profissionais de saúde a desempenhar as suas funções.
Se estes padrões forem seguidos, a segurança do paciente pode ser aumentada.
Elevados padrões de higiene específicos devem incorporar todas as atividades para minimizar o risco de infeção, incluindo por exemplo: higiene das mãos, antissepsia da pele, desinfeção de superfícies e o uso de roupas esterilizadas. Não só estes fatores melhoram a consciencialização relativamente à higiene, como podem ser transferidos de um segmento para outro, aumentando os padrões de higiene em todos os sectores.
O CENTRO DE CIÊNCIA BODE, centro científico de excelência para a higiene e proteção da infeção, trabalhou juntamente com o centro Médico Universitário Hamburg-Eppendorf (UKE), a fim de analisar como a sua abordagem inovadora pode acabar com as lacunas dentro das rotinas de cuidados dos pacientes.
Em vez de se analisar separadamente a desinfeção das mãos, o foco recaiu sobre todo o processo especifico da atividade dos profissionais de saúde considerando todas as ações importantes para a prevenção de infeções dos pacientes. Como parte do estudo foi identificado o melhor procedimento a efetuar, do ponto de vista do controlo de infeção do paciente, para inserir um cateter venoso periférico (PVC) baseado em três guidelines sustentados na evidência. Ter profissionais de saúde formados neste procedimento aumenta a segurança dos pacientes.

