Um número de estudos e pesquisas confirmam esta crença:
- Pacientes limitam as suas viagens para lugares e rotas onde conhecem a localização de casas de banho públicas, preferem ser eles próprios a conduzir para que possam parar quando necessitarem. Bebem menos líquidos se planearem sair. Restringem certas atividades físicas, e geralmente saem menos.
Fonte: Abrams P, Kelleher CJ, Kerr LA, Rogers RG. Overactive bladder significantly affects quality of life. The American Journal of Managed Care. 2000;6(11):S580-S590. - As pessoas tendem a evitar ou limitar factores, atividades e situações que podem provocar episódios de incontinência urinária. Restrições e limitações podem influenciar atividade social, viagens, atividade física, ingestão de líquidos, escolha de profissão, e relacionamentos íntimos.
Fontes: Hägglund D, Walker-Engstrom ML, Larsson G, Leppert J. Reasons why women with long-term urinary incontinence do not seek professional help: a cross-sectional population-based cohort study. Int Urogynecol J Pelvic Floor Dysfunct. Nov 2003;14(5):296-304; discussion 304.) and Thompson DL, Smith DA. Continence nursing: A whole person approach. Holistic Nursing Practice. Jan 2002 2002;16(2):14.) - 35% das mulheres reportaram ter mudado as suas atividades para se adaptarem a esta condição. Tais medidas incluem evitar o exercício físico, viajar menos e evitar sexo. Fonte: Gallup survey, 2002.
Felizmente, não existe razão para os indivíduos que padecem de perdas de urina ligeiras deixarem de viajar ou restringir as suas atividades. Existem muitos serviços, produtos de continência e uma variada gama de equipamentos sanitários que podem ajudar na gestão da incontinência – existem também formas variadas dos pacientes fazerem a autogestão desta condição.



